18 de fevereiro de 2015

TCC Etapa II - Vila Velha de Ródão



Espectáculo, é mesmo por isto que ando aqui! Vou naquele estado de alma que é precioso de tão raro, estado de plenitude, de simbiose, de força. Podia correr aqui, e assim, para sempre. É mesmo muito raro. Sentir-me assim aos 12km, aos 25, aos 33 e, incrível, continuar a sentir-me assim aos 42km de uma prova. Até tenho medo de estragar, mas está quase, falta pouco. Só mais um bocadinho.

...



Quando saí de casa, às 07h, o termómetro do carro marcava 0 graus. "Bom, Vila Velha de Ródão fica a menor altitude e, com o nascer do sol, decerto que aquece", pensei eu.

Hmmm,.. Não.

Às 8h, ao chegar à Vila, o termómetro marca 3 graus negativos. Abro a porta do carro e parece que acabei de entrar numa arca frigorífica. A dúvida que trazia em relação a correr de calções ou de calças foi logo desfeita.

A relva branquinha.

Ao sair da autoestrada, enquanto descemos, avistamos Vila Velha de Rodão ao fundo, coberta por aquele bonito mar de névoa, que nos faz parecer acima das nuvens. Pena que essa névoa se deva em grande parte ao fumo que saía de duas grandes chaminés da fábrica da zona, o que foi logo denunciado pelo cheiro, assim que abri a porta do carro. É pena, mas Ródão não é menos bonita por causa disso.

Olá, Portas de Ródão! Até daqui a sensivelmente 7h.

Não houve controlo do material obrigatório (foi-nos dito que de forma "excepcional" neste circuito. Quem for a Vila de Rei depois comunique), mas a partida foi dada às 9h em ponto (nisso da pontualidade nunca há razões de queixa).

Os primeiros quilómetros da prova são muito rolantes. Os atletas dos 48km e dos 28km partem todos juntos e depressa fico quase na cauda. Felizmente vou junto a um grupo onde havia pessoas da zona e fico a conhecer a história da fábrica do papel, responsável pelo fumo, e outras singularidades da terra.



Ao fim de quilómetro e meio começo a sentir o alerta dos gémeos. Já tinha preparado um plano emergencial para o caso de isso acontecer, e reduzo mais o ritmo. Acreditem que é difícil reduzir o ritmo quando já somos praticamente os últimos, mas tentei concentrar-me no longo prazo. “O teu motor é a diesel, lembra-te disso. Diesel. Daqui a pouco já aqueces, não desmoralizes”. Sim, o meu plano emergencial era diminuir a velocidade e concentrar-me no facto de ser um veículo de combustão lenta. De génio, eu sei.


Despedi-me dos novos amigos da terra, que seguiram. Aos 5km temos a primeira subida do percurso. Não era muito agressiva, mas ainda sentia as pernas presas. Aproveito para tirar fotos. 


Sabia que pouco depois dos 6km tínhamos o primeiro abastecimento e que depois de parar um bocadinho tudo ia ficar bem a nível muscular. Pode parecer cedo para um abastecimento, mas foi de localização estratégica antes da separação dos dois percursos.


Quando lá cheguei já não havia quase nada, já tinham feito uma razia! Apenas muita coca-cola, que não bebo, e alguns bolinhos secos. Também ainda não ia a contar comer nada, por isso bebi apenas um pouco de água e levei comigo uma tangerina. Acho que nem um minuto parei, mas foi o suficiente. Finalmente tinha aquecido e pude seguir para o desvio que indicava k40+, com confiança.



Do desvio para a frente, e até chegar mais ou menos aos 13km, irei sempre sozinha. Não se avista vivalma para a frente ou para trás. Não me importei. Passava as aldeias em que os velhotes sentados à porta diziam “Força, menina”, em resposta ao meu bom dia, passava por quintas em que os cães ladravam em resposta ao meu bom dia e seguia por trilhos acessíveis e bonitos. Estava uma manhã fria, via-se gelo pelo caminho, mas o sol sorria para mim (em resposta ao meu bom dia), e acabei por tirar as luvas para não mais as tornar a calçar. Sentia-me bem.





Espectáculo, é mesmo por isto que ando aqui!

Aos 12km segue-se outra subida desafiante. O percurso estava a ser bastante rolante, mas de vez em quando lá aparecia uma subida ou outra para nos lembrar onde estávamos. Não tinha bastões e, como quem não tem cão caça com gato, agarrei num ramo caído para fazer de cajado.

Um smile deixado pela Organização, com um ar muito perverso, não acham?:)
(Sim, estávamos a subir).




Não sei se foi dos meus dotes de escalada pastoral, mas o certo é que finalmente avisto um outro atleta mais à frente e consigo alcançá-lo. (Mas antes desfiz-me do cajado.)

Daqui para a frente, e até ao segundo abastecimento, aos 20km, irei ficar a saber que este homem já esteve em provas como o MIUT e o UTMB. "Monte Branco" foi a palavra mágica para a conversa que se seguiu. Nem dei pelos quilómetros passar, a ouvir contar as histórias e experiências de quem faz 160km pelas montanhas. A par disso, atravessámos uma das zonas mais bonitas do percurso, já com alguma "tecnicidade" (como se diz na gíria do trail), onde pude dar largas à Heidi que há em mim (como se diz na minha gíria), saltitando de rocha em rocha. 





Algum gelo no trilho.
Uma das minhas fotos favoritas do dia.
Muito calhau.


Quando chegamos a Foz do Cobrão (Cobrão, com "O”, para não haver confusões), quase nem reparava no abastecimento, escondidinho numa curva, não fosse as senhoras chamarem-me à atenção. 

E como é que quase passava por isto?!

O "banquete".

Rissóis, queijo, chouriços… Era um verdadeiro banquete, mas em provas nunca tenho apetite, como porque tem de ser, e acabei por comer apenas uma sopa quentinha e batatas-fritas. As senhoras do abastecimento eram muito engraçadas e ainda ali partilhámos muitas gargalhadas. Gargalhadas deviam ser alimento disponível em todos os abastecimentos, saí dali de barriga cheia e cheia de energia para enfrentar os restantes 28km de prova.


No abastecimento tinham-nos dito que a Analice tinha passado pouco antes de nós e, de facto, lá estava ela, pouco depois. O homem do UTMB tinha ficado para trás, estava novamente sozinha, por isso juntei-me a ela. Enquanto eu caminhava nas subidas, ela seguia sempre no seu ritmo de corrida certinho. "Não tens vergonha de andar quando uma senhora de 70 anos corre ao teu lado em quase todas as subidas?" Não, não tenho. Ela ia contando a história das suas provas e eu só pensava em como gostaria de ter a mesma felicidade de ser saudável e forte para correr até essa idade e mais além.

Há pouco ouvi histórias do Monte Branco, agora oiço histórias de Ronda e outras provas de três dígitos contadas na primeira pessoa. As minhas pernas correm em Vila Velha de Ródão, mas o meu coração já se fartou de viajar.

Espectáculo, é mesmo por isto que ando aqui!





Depois de um rolante estradão nas margens do Ocreza, começamos novamente a subir por volta dos 27km. Fiquei logo arrependida de me ter desfeito do anterior cajado e tive de me lançar na busca de outro. Encontrei-o, perfeito, sem farpas, da altura ideal. Tanto que, quando finalmente chego ao cimo, mantive-o comigo, porque nunca se sabe. Passo por um atleta que tinha feito uma "paragem técnica" na mata. Não fosse ele perguntar-se "mas o que é que aquela está a fazer a correr de pau na mão?"“ adiantei-me logo com a justificação da subida.


Até ao abastecimento líquido dos 33km, vou continuar a passar por algumas pessoas. Comecei a acreditar que talvez estivesse num dia sim. Aqui ainda não sabia, mas vou acabar por fazer uma segunda parte da prova mais rápida que a primeira, o que é perfeito.


Abastecimento líquido, ao cimo.

No abastecimento, da Organização dizem-nos que agora já “só” vamos encontrar duas subidas até ao final. Uma pouco depois, por volta dos 35km, e que daí seria sempre a descer até ao último abastecimento, aos 40km, antes da “subidinha dos 43km”. Este “subidinha dos 43km” foi acompanhado de um trejeito facial que não augurava nada de bom, mas decidi não me preocupar com isso por agora.


Outra subida, outro sorriso (já não tão perverso) e um gorro.



Continuava muito bem e ainda não tinha dores musculares, apenas o desgaste normal dos quilómetros. Chego ao fim da subida, aos 37km, e passo por uns atletas que me perguntam se sou das primeiras raparigas. (!!!) Ahah! Realmente havia poucas mulheres, acho que só passei por duas ou três ao longo de toda a prova, mas isso apenas porque as primeiras já tinham passado muito antes.

A descer.
Como tinham avisado, daqui para a frente será praticamente sempre a descer até ao abastecimento. Apanho asfalto e acho que me entusiasmo um bocadinho, entusiasmo que comecei a notar nos joelhos e achei melhor deixar-me de "voos"... (Pronto, acharam que era atleta de pódio e tive logo de me exibir. :) )

Marcações sempre excelentes.




Em Vilas Ruivas tenho o abastecimento dos 40km todo para mim e daí para a frente, quase até ao final, seguirei novamente sozinha. Avisto o Tejo em baixo e as Portas de Ródão ao fundo. Ia mesmo feliz e em paz.

Também não é difícil, com paisagens destas...




Nem a “subidinha dos 43km” me vai derrubar, apesar de ter estado quase! (E, desta vez, nem consegui arranjar nenhum bastão improvisado). Ainda devo ter resmungado um ou dois insultos, para efeitos analgésicos (está provado cientificamente, googlem! :) )

A subida dos calhaus.

Só nessa altura começarei a sentir as dores, mas falta pouco para o final. Recebo um telefonema. “Faltam 4km, ligo-te depois da meta”. Hoje não precisava de reboque mental, hoje só queria partilhar a alegria. Tiro uma foto para enviar a quem não está.

Outra das minhas favoritas.

Espectáculo, é mesmo por isto que ando aqui!




Já se avista Vila Velha de Ródão.

Sei que ainda terminarei de dia (uma das minhas preocupações era o frio, se entretanto ainda estivesse em prova depois de anoitecer) e em menos tempo do que previ. Digo boa tarde aos bombeiros, à senhora que passeia o cão, ao casal de namorados que aparece à frente no trilho, de mãos dadas. 




Ao chegar a Ródão, ao atravessar a ponte para o parque e já perto dos 47km, apanho outro atleta e terminamos a prova juntos. Ou, melhor, ele deixa-me terminar à frente. (Afinal ainda há cavalheiros. ;) )

E o melhor: ainda terminei a sentir-me com força!

Espectáculo, é mesmo por isto que ando aqui! - não sei se já vos tinha dito antes. :)

Aqui fica a história de uma prova feliz, que até tem sido a maioria, mas que se destaca especialmente por se ter seguido a uma prova em que me senti pessimamente. É sempre assim, um carrossel de surpresas, como é que será a próxima?

(Sei é que fiquei com inveja de quem for fazer o circuito completo. Não só as zonas são todas lindíssimas, como, eu que nem ligo a medalhas, ia gostar de formar o "X" com as quatro medalhas de finisher totalista. Talvez para o ano.)

26 comentários:

  1. Parabéns! Pelas imagens deve ter sido espectacular!

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    1. Foi, acho que deu para notar! ;) E sim, a paisagem era linda.
      Beijinhos, obrigada!

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  2. Numa palavra: espetacumidável! (Espetacular+formidável) (ou será que fica melhor Formidacular!) :D
    Em tudo: desde as fotos, aos locais e à tua prova.
    Foquei bastante triste por não ter ido a esta prova, mas estarei em Vila de Rei a vingar-me por ter faltado a uma! :)

    Beijinhos

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    1. Gosto de espetacumidável. Até porque às vezes nestas provas também se dá bate-cus fantásticos e essa palavra também serve. :D
      Fico à espera de um relato de Vila de Rei à altura, com bastantes fotos a documentar. :)
      Beijinhos

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  3. Espectáculo, é mesmo por isto que venho aqui sempre ler os teus post's!!!
    Que paisagens magnificas!!
    Gosto dessa estratégia dos cajados ehehehe vou-me lembrar disso :)
    Achei piada á parte da foto enviada a quem não está... normalmente também faço isso. ehehheh :)
    E que venha a próxima prova a correr tão bem ou melhor que esta :)

    Beijinhos

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    1. Não subestimar o auxílio de um "bastão da natureza", ajuda bastante em casos desesperados!
      Quando a beleza é tanta, sentimos vontade de a partilhar. :)
      Espero que a próxima seja nestes termos, era óptimo!
      Beijinhos grandes

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  4. Ok, promessa cumprida :) Obrigado!!
    ("o belo, maravilhoso, mete nojo épico que será o relato").

    Curioso que a banda sonora da leitura: https://play.spotify.com/artist/4KWTAlx2RvbpseOGMEmROg
    Ahhh, And I feel fine.

    Estou aqui com problemas logisticos e de forma por causa de Vila de Rei mas depois deste belo, maravilhoso, mete nojo épico relato não sei não sei, tenho que ver... :)

    A sério que a alegria, a sensação de "Espectáculo, é mesmo por isto que ando aqui" passou para este lado e é realmente por isso que cá andamos, essas sensações.

    Claro que temos o reverso da medalha (faz um X ? , a sério, rais...) mas no final e desde que o positivo seja bem superior às que correm mal, é como as tabletes de chocolate :)

    Outro assunto: O SpoQ voltou a estar disponivel no site mas ou eu sou um totó ( é retórico, OK????) ou não percebo alemão nem com o babel fish... (apenas percebo português , alentejano, bife e crepes com nutella) ou os portes agora são pagos, ou seja, 89€ mais uns pozes, ultrapassa os 100€.
    Fiquei chateado e ainda não encomendei :(...enfim.

    como é que será a próxima e onde?

    Bjs

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    1. "Oh life, it's bigger, bigger than you"... :)
      De nada. :) Estava difícil, porque não me tenho sentido bem ultimamente. Garganta, tosse... Eu bem digo que regressar ao trabalho faz mal, mas ninguém me ouve!!! Não me constipo nestes frios serranos, mas o AC é o demónio! Enfim...
      Sim, é mesmo uma caixinha de chocolates, em que uns são melhores que outros, mas não deixam de ser chocolates. Bela alegoria, gostei! ;)
      Sim, fazem um X e as t-shirts são muito fiXolas (pelo menos esta era, penso que sejam todas iguais, só muda a cor).
      Em relação ao SpoQ temos de chamar o amigo Carlos para fazer a tradução. AMIGO CARLOS, CHAMADO À RECEPÇÃO!! :) É que nesta prova o 410 ainda se aguentou até ao fim, mas na próxima já não acredito. Já agora, a próxima é em Piódão. Penso que até lá não corra mais nenhuma (grande, pelo menos).
      Bjs

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    2. Presente!!!! :):):)

      P.S. ..e deixem-se de parvoíces, que mesmo que custe ca.100 € é excelente....os meus amigos (3), compraram ao mesmo tempo e dividiram os custos de envio....o preço do Spoq era 79€ + 15 € portes...

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  5. Pétaculo de prova ....tão diferente da outra ...parabéns "menina", assim dá gosto...
    tás uma máquina e é com muita pena que vejo que não vais fazer o X com as medalhas ;) ...eu depois conto como foi :)
    Beijinhos e boas corridas

    P.S. METES-NOJO!!! Pensavas que me esquecia :)

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    1. É berdade, sim senhor, foi o oposto da outra! :)
      E se me juntar a ti, e depois juntamo-nos a quem tenha feito Proença-a-Nova e a quem fizer Sertã, e formarmos a team-X?!! Um X feito de trabalho de equipa? Que bonito... Pensa nisso... :P
      Fico à espera na mete-nojice que se segue da tua parte, temos de manter a competição viva. :D
      Beijinhos

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  6. É um prazer ler o relato duma corrida feita sempre em prazer! :)

    Parabéns pela prova e pelo prazer. E sim, foste das primeiras raparigas! 7ª :)

    Beijinhos e boa continuação que a coisa promete :)

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    1. Obrigada! Também é um prazer correr uma prova assim! :)
      É verdade, fui sim. Ihih :)
      Beijinhos

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  7. Parabéns Rute!

    Pelas fotos, foi uma prova lindíssima!
    Força para os próximos desafios!

    Beijinhos

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    1. Obrigada, Vitor.
      Foi um espectáculo! :)
      Beijinhos

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  8. Ah pronto, assim tá bem :) Fiquei com a mesma impressão que tu depois de Proença, quem me dera fazer o circuito todo! E tem piada que até me consegui identificar em muitos momentos da tua prova, mesmo sendo outra etapa. Este circuito parece realmente muito bom. Ah, olha lá, e arranjares uns bastões como deve ser??

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    1. Também acho. :)
      E penso que o conceito do circuito está muito bom.
      O meu problema com os bastões é depois o que fazer com eles nas rectas e descidas... Não gosto de correr com nada nas mãos, e a logística de meter/tirar bastões da mochila parece-me toda muito complicada para ser realizada, sobretudo depois de alguns valentes kms... :)
      Beijinhos

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    2. Pois, percebo. A mim não me incomoda nada correr com eles na mão e sinceramente nunca tentei meter na mochila, mas duvido que seja um processo simples de se fazer em andamento.

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  9. Especular!
    E assim não me canso, nem dou cabo do esqueleto, e "faço" a prova toda aqui sentadinho! Do melhor! Já não sei é o que feito da menina que me perguntava, no Monge, como era o percurso se era difícil. Deve ter emigrado!
    Beijinhos.

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    1. Ihih :)
      Por falar nisso, no fim-de-semana passado, durante o treino, fui dar por acaso com a "parede corta-fogo" muito famosa do Monge e agora já não me pareceu tão terrível como na altura. :) Engraçado como as perspectivas mudam. Tenho de pôr aqui a foto!
      Beijinhos

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  10. Parabéns por uma excelente prova Rute!
    Que fotos tão bonitas! Muito bom!
    É maravilhoso quando nos sentimos tão bem desde o princípio até ao fim :)
    Força para as próximas!

    Beijinhos

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    1. Obrigada! :) Adorei correr a zona.
      E fartei-me de "agradecer" o dia fantástico que tive! :)
      Beijinhos grandes

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  11. Anónimo22/2/15

    Parabéns , mas que bela cronica e que fantásticas fotos .

    Quando essa "frase" , te acompanha do principio ao fim de uma prova está tudo dito.

    Obrigado...
    ...quase que me "senti" por esses trilhos também...
    são mesmo como eu gosto, variação de terrenos e diversidade no percurso , ora estradões , ora singles , ora sobe e desce !
    Só me parece faltar uma "parede" á seria.
    E terem acertado a distancia para os 50 , era um numero muito mais redondo!

    Pessoalmente não conheço essa zona , parece-me fantástica para a pratica do trail , fiquei muito curioso. Talvez um dia.

    E mais uma grande prova no currículo.
    Parabéns.

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    1. Obrigada.
      Foi muito bonito, sim. Houve uma ou outra parede, mas nessa parte a vontade de tirar fotos nunca é muita! De resto, muito pacífico.

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  12. Já a li e ainda não a escrevi :p
    Fotos mete nojo para quem ainda não se aventura nestes trilhos, sempre bom.
    Espectáculo, é mesmo por isto que eu quero andar por aqui!
    P.S. Tenho tido problemas nos gémeos, vamos ver se passam

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    1. Procrastinar... ;)
      Depois é isso, nas provas de estrada não tens apoio visual das fotos para ajudar à história! :)
      Bjs
      PS: Só me acontece isto dos gémeos em provas... Começo a achar que é psicológico.

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